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Foto: Ailton Oliveira / Livramento Manchete

Por: Milena Miranda

O Ministério Público estadual ajuizou ação civil pública contra o Município de Livramento de Nossa Senhora pedindo que a Justiça determine a suspensão de contratos já firmados com artistas e com empresas para estrutura e organização de festas previstas para amanhã, dia 5, e dias 6 e 11 deste mês, na cidade. Segundo o promotor de Justiça Millen Castro, autor da ação, o “Executivo Municipal parece não se dar conta da gravidade da situação socioeconômica da população de zonas rurais que se encontram passando necessidades derivadas da estiagem excessiva”. Ele complementou que, durante os festejos juninos, o Município gastou mais de R$ 600 mil e agora, menos de 100 dias depois, promove festas com gastos de R$ 50 mil com contratação de empresas e artistas. Isso acontece mesmo após ser declarada situação de emergência e de o próprio prefeito ter decretado medidas de contingenciamento de despesas por conta da diminuição da receita para equilibrar as contas públicas. “A situação de emergência, considerada em decreto estadual, e a situação de crise financeira que abala o Município, reconhecida em decreto municipal, estabelecem que o dispêndio de tanto dinheiro com festejos gera grave prejuízo público, principalmente à população mais carente”, destacou o promotor de Justiça. Com informações MP-BA.


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Foto: Reprodução 88 FM

No dia 16 de dezembro de 2015, Valdecir Vieira Trindade assassinou Teodoro Francisco da Cruz, a vítima foi atingida a golpes de facão. O crime ocorreu na comunidade de Itaguaçu em Livramento de Nossa Senhora, cerca de 18 km da sede. Teodoro estava trabalhando quando foi surpreendido pelo seu agressor, motivado por discórdias entre ambos. Na manhã desta quarta- feira (09) foi realizado o julgamento da ação delituosa no Fórum Elemar Klinger Spinola em Livramento, onde deu inicio ás 08:30h e término ás 14:40h, presidido por Dr. João Lemos Rodrigues, Juiz de Direito titular da Vara Criminal. Valdecir foi absolvido por 4 votos a seu favor e 3 contra, pelo Tribunal do Júri, fato que causou revolta aos familiares da vítima que acompanharam todo julgamento.

Ouça na integra a reportagem da equipe de Jornalismo da 88 FM, que ouviu o Advogado de defesa e o Promotor Millen Castro Medeiros .